domingo, 1 de julho de 2012




O Rio

O rio esgotado ainda corre
Para aldeias cavernas
 Que possuem córregos de recordações,
Onde velhos debruçam seus rostos
Para colher uma ou outra marca do tempo
           Instantâneos de ardência.
                                            Memórias.
Nas margens,
Irrompe um medo repentino
Quando toda a vontade é viver
Essa suave agonia ante os riscos
Das inquietações de suas agulhadas,
Vida!
Alessandra Dantas.

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