sexta-feira, 13 de abril de 2012

Quais as grandes questões da vida?


Qual de nós um dia não tenha se deparado diante de algum questionamento insolúvel, seja diante de um dilema, numa busca ou simplesmente num momento de reflexão? Quais são as grandes questões da vida? O que de fato faz com que a vida seja fascinante e quais mistérios ela sustenta e que não se pode contar?
Qual de nós um dia não tenha se deparado diante de algum questionamento insolúvel, seja diante de um dilema, numa busca ou simplesmente num momento de reflexão? Quais são as grandes questões da vida? O que de fato faz com que a vida seja fascinante e quais mistérios ela sustenta e que não se pode contar?
Nossa existência então vai se desenvolvendo tendo em seu redor esses desconhecidos questionamentos. Paramos, ficamos reflexivos, parecendo que alguém no Cosmo nos chama a atenção querendo comunicar conosco algo além daqui. Algo nunca comunicado, revelado; parece um convite ao desvelo por esses incógnitos. Claro que as questões sempre existiram, e à medida que vão sendo descobertas tudo vai ficando claro, mas então, percebe-se que o tempo passou e que nem tudo foi respondido, os verdadeiros enigmas insistem em nos desafiar.
O sábio e rei Salomão, não sabendo o bem que fez, para a posteridade, quando descreveu os três momentos de sua vida, falando especificamente de cada uma delas, nos ensinou e muito. Essa experiência de vida é encontrada nos três livros bíblicos de sua autoria Provérbios, Eclesiastes e Cantares. (O livro de Cantares traz uma poesia muito linda e inspiradora que qualquer casal que estiver passando por algum momento de frieza “espiritual” rsrs... Pode ter ali uma fonte muito inspiradora...)
Vivemos a temporada das descobertas, tudo é respondido e apresentado. Depois, numa outra etapa vivemos usufruindo tudo aquilo que descobrimos e aprendemos como o amor, por exemplo. Neste período, já nos deparamos com situações que requerem uma compreensão maior delas, mas não nos é apresentada. Então adiamos esses temas, deixamos passar batido para “tocar o barco”. Mais tarde vivemos então essa busca, ou pelo menos, as inconformidades com tudo aquilo que não conseguimos entender; vivemos as noites com esses fantasmas que eu os chamaria aqui de: os enigmas da vida.
        Essa constatação dá o tom de nossa existência, é transcendental. Somos, ou pelo menos fomos feitos, para muito mais que isso; para além daqui. Aqui somos limitados, por isso, os incógnitos. Então, não se desespere, encante-se...


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