Qual de nós um dia não tenha se deparado diante de algum
questionamento insolúvel, seja diante de um dilema, numa busca ou
simplesmente num momento de reflexão? Quais são as grandes questões
da vida? O que de fato faz com que a vida seja fascinante e quais
mistérios ela sustenta e que não se pode contar?
Qual de nós um dia não tenha se deparado diante de algum
questionamento insolúvel, seja diante de um dilema, numa busca ou
simplesmente num momento de reflexão? Quais são as grandes questões
da vida? O que de fato faz com que a vida seja fascinante e quais
mistérios ela sustenta e que não se pode contar?
Nossa existência então vai se desenvolvendo tendo em seu redor
esses desconhecidos questionamentos. Paramos, ficamos reflexivos,
parecendo que alguém no Cosmo nos chama a atenção querendo
comunicar conosco algo além daqui. Algo nunca comunicado, revelado;
parece um convite ao desvelo por esses incógnitos. Claro que as
questões sempre existiram, e à medida que vão sendo descobertas
tudo vai ficando claro, mas então, percebe-se que o tempo passou e
que nem tudo foi respondido, os verdadeiros enigmas insistem em nos
desafiar.
O sábio e rei Salomão, não sabendo o bem que fez, para a posteridade, quando
descreveu os três momentos de sua vida, falando especificamente de
cada uma delas, nos ensinou e muito. Essa experiência de vida é encontrada nos três
livros bíblicos de sua autoria Provérbios, Eclesiastes e Cantares.
(O livro de Cantares traz uma poesia muito linda e inspiradora que
qualquer casal que estiver passando por algum momento de frieza
“espiritual” rsrs... Pode ter ali uma fonte muito inspiradora...)
Vivemos a temporada das descobertas, tudo é respondido e
apresentado. Depois, numa outra etapa vivemos usufruindo tudo aquilo
que descobrimos e aprendemos como o amor, por exemplo. Neste período,
já nos deparamos com situações que requerem uma compreensão maior
delas, mas não nos é apresentada. Então adiamos esses temas,
deixamos passar batido para “tocar o barco”. Mais tarde vivemos
então essa busca, ou pelo menos, as inconformidades com tudo aquilo
que não conseguimos entender; vivemos as noites com esses fantasmas
que eu os chamaria aqui de: os enigmas da vida.
Essa constatação dá o tom de nossa existência, é transcendental. Somos, ou pelo menos fomos feitos, para muito mais que isso; para além daqui. Aqui somos limitados, por isso, os incógnitos. Então, não se desespere, encante-se...
Essa constatação dá o tom de nossa existência, é transcendental. Somos, ou pelo menos fomos feitos, para muito mais que isso; para além daqui. Aqui somos limitados, por isso, os incógnitos. Então, não se desespere, encante-se...

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